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A importância das máscaras na cultura dos povos
Nadja Maria Mourão, Ana Célia Carneiro Oliveira, Flávia Neves de Oliveira Castro

Última alteração: 02-01-2021

Resumo


A máscara é um adereço popularmente utilizado por povos e civilizações em todos os continentes. Utilizada tanto pode revelar, esconder ou transformar uma identidade. Na história da humanidade, os tipos mais comuns de máscaras são as máscaras funerárias, de teatro, de entidades sagradas e carnavalescas. Em especial, busca-se conhecer e analisar os registros de máscaras em função do patrimônio cultural.  A metodologia, por meio de pesquisa bibliográfica, aborda alguns exemplos de estudos de máscaras em diversas civilizações, evidenciando as transformações ocorridas na percepção da preservação do patrimônio cultural. Registra-se a presença de máscaras em antigas civilizações, como no teatro grego, em rituais funerários egípcios, no império romano, na cultura chinesa, japonesa, na Mongólia, nas Coréias, em Bali, Java, Índia e outras nações. As máscaras africanas, por seus povos e nações, são destaques em rituais diversos em todo continente. Na Europa, encontram-se registros em povos dominadores e na preservação da cultura e valores atuais. Nas Américas, desde os rituais de povos como Astecas, Incas e os Maias, como também nos festejos ritualísticos mexicanos. Entre povos indígenas, as máscaras foram e ainda são elementos preservados da cultura. Registram-se também, as manifestações contemporâneas que vão das máscaras carnavalescas aos novos padrões urbanos. Contudo, devido à pandemia causada pelo novo coronavirus, COVID19, as máscaras de proteção respiratória se tornaram necessárias, algumas conceituais e outras divertidas frente à realidade atual.


Palavras-chave


Adereço; manifestação cultural; máscara; patrimônio cultural; povos.

Referências


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