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“Aqui e agora”: a subversão do espaço e do tempo nos ambientes escolares
Maqueni Barreto Pureza, Rita de Cássia Grecco dos Santos

Última alteração: 15-01-2018

Resumo


A dinâmica dos fluxos multidirecionais de informações que testemunhamos, sobretudo, a partir da última virada de século e a lógica liberal que permeia, vigorosamente, as relações sociais, permitem a formação de uma lacuna no Ensino de História nas escolas.  Na medida em que as expectativas dos alunos estão pautadas no “aqui e agora”, o (a) professor (a) de História carrega o estigma de ser portador (a) de um passado sem qualquer sentido para a vida prática. A homogeneização espacial promovida pela lógica funcionalista e uma nova relação com o tempo, advinda das atuais tecnologias digitais, constroem uma racionalidade que, em geral, não é bem vinda nas escolas, são diferentes maneiras de perceber o mundo. A partir disso, buscamos analisar o surgimento de distintas consciências que reivindicam suas formas de interpretação e algumas contradições que emergem nessa conjuntura.


Palavras-chave


Ensino de História, consciências, contradições

Referências


BACELAR, T. Globalização e Territórios. Le Monde Diplomatic Brasil, São Paulo, n.11, jun. 2008. p.8-10.

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