Tupã - Sistema Online de Apoio a Eventos do CLAEC, II Encontro Humanístico Multidisciplinar e I Congresso Latino-Americano de Estudos Humanísticos Multidisciplinares

Tamanho da fonte: 
O Esperanto como língua materna
Denise Aparecida Moser, Adrienne Peixoto Cardoso, Yuri dos Santos Souza

##manager.scheduler.building##: Campus Jaguarão
##manager.scheduler.room##: Sala 311
Data: 10-11-2016 08:00 AM – 11:30 AM
Última alteração: 20-10-2016

Resumo


O Esperanto é uma língua internacional planejada pelo polonês Zamenhof, em período de conflitos provocados pela Rússia, no final do século XIX e início do século XX, e lançada em 1887. É caracterizada pela sua neutralidade, por não privilegiar país ou povo, e facilidade de ser aprendida por possuir alfabeto fonético (28 letras/28 fonemas), 16 regras gramaticais e vocabulário internacional (SARTORATO, 2002). Sendo o esperanto uma língua planejada e difundida em vários países (mais na Europa e Ásia) como segunda língua, pretende-se realizar uma análise reflexiva, através de revisão bibliográfica, acerca de como é vista como língua materna. Chomsky (1981) defende a tese de que a aquisição da linguagem natural é inata, destacando os aspectos da Gramática Gerativo-Transformacional, a Gramática Universal e a Teoria dos Princípios e Parâmetros. E a aquisição do esperanto em crianças, filhos de esperantistas, também é inata? Como fica a neutralidade, uma vez que os países possuem no mínimo uma língua oficial? Os resultados apontam que há carência desse tipo de investigação, porém o pouco que se encontrou, é o de que crianças tendem passar por situações de interações sociais um tanto conturbadas em locais que o esperanto não é falado; por outro lado, são beneficiadas porque possuem mais facilidade de aprender outras línguas e se comunicar com pessoas de outros países.

Palavras-chave: Esperanto, inatismo, língua planejada, língua materna.