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O pequi e o des-território urbano local: breves considerações sobre o comércio de pequi na BR 135, trecho Bocaiuva-Montes Claros/MG
Elis Medrado Viana, Fabio da Silva Gonçalves, Andréia Maria Assunção Batista, Daniel Coelho de Oliveira

##manager.scheduler.building##: Campus Jaguarão
##manager.scheduler.room##: Sala 305
Data: 12-11-2016 08:30 AM – 11:30 AM
Última alteração: 20-10-2016

Resumo


O processo de globalização transformou as relações sociais, econômicas, culturais e ambientais. Estas transformações nem sempre se deram a partir da apropriação igualitária entre todos os setores sociais. Neste sentido, as populações que ficaram à margem desse processo, se rearticularam territorialmente, construindo novas formas de apropriação do espaço, do ambiente e da economia. Este artigo objetiva analisar as estratégias e as dinâmicas socioespaciais, econômicas, populacionais e ambientais incutidas e redesenhadas pelos “vendedores de pequi”, que se apropriam do espaço da BR 135 construindo um novo território, o qual reflete a lógica global/excludente engendrada pelo capitalismo. Como resultado da pesquisa ficou evidente que os “vendedores de pequi” apropriam do espaço da BR 135 modificando a paisagem local e apropriando e construindo um novo território com regras próprias de organização, conseguindo por meio do comércio informal da venda do pequi se articularem para o enfretamento da exclusão socioeconômica imposta pelo processo de globalização.