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MEMÓRIA E IDENTIDADE: A MUSELIDADE NO MUSEU GRUPPELLI, PELOTAS/RS
José Paulo Siefert Brahm, Diego Lemos Ribeiro, Davi Kiermes Tavares

##manager.scheduler.building##: Campus Jaguarão
##manager.scheduler.room##: Sala 306
Data: 10-11-2016 08:00 AM – 11:30 AM
Última alteração: 20-10-2016

Resumo


Nesse texto apresentaremos brevemente, uma pesquisa empírica que está sendo realizada no Programa de Pós-Graduação em Memória Social e Patrimônio Cultural da Universidade Federal de Pelotas. O estudo, ora apresentado, busca identificar e analisar como se efetiva a percepção museal do público que visita as exposições do Museu Gruppelli situado na zona rural de Pelotas, Rio Grande do Sul. Do mesmo modo, problematiza seu potencial de evocar memórias e forjar identidades, além de identificar que possíveis conexões o público cria ao flertar com os objetos expostos. Como procedimento metodológico utilizamos sobretudo a entrevista (presencial) e, igualmente, a observação do pesquisador. O roteiro da entrevista é semiestruturada, por meio de uma conversa com finalidade (CRUZ NETO, 1994). Cumpre mencionar que as entrevistas estão sendo aplicadas ao público frequentador do Museu, sejam eles moradores da zona rural ou urbana, durante a visitação.